Instalar o Kaspersky é o primeiro passo, não o último
Instalado não é configurado, e configurado não é protegido. Nas avaliações Kaspersky que a Menshen realiza a organizações angolanas, cerca de 41% da protecção que já é paga está realmente activa. O mais perigoso não é ficar sem defesa, é julgar-se protegido.
Instalado não é o mesmo que protegido
A maioria das organizações em Angola que utilizam Kaspersky acredita estar protegida por ter o produto instalado e a consola a mostrar verde. Na prática, instalar e proteger são coisas diferentes. Instalar coloca o agente na máquina. A protecção depende do passo seguinte: ter as defesas certas ligadas, o parque todo coberto e alguém a olhar para os alertas.
Quando o produto nunca foi bem configurado, os próprios sinais que o tranquilizam deixam de ser fiáveis. Não recebe alertas porque não há ameaças, ou porque ninguém configurou os alertas e a integração de email? A consola está verde porque está tudo bem, ou porque não vê metade do parque? Não aparece malware porque está limpo, ou porque uma política mal feita desligou a protecção que o detectaria? Sem uma configuração verificada, não tem como distinguir. É essa a diferença entre ter o produto e estar protegido.
Silêncio não é segurança. É o que acontece quando o alarme nunca foi configurado.
O estado mais perigoso não é ficar sem protecção
É julgar-se protegido enquanto metade das defesas está desligada, parte do parque nunca foi coberta e ninguém está a ver. Essa falsa sensação de segurança é pior do que não ter protecção nenhuma, porque desliga o alarme: não se procura ajuda para um problema que se julga resolvido, não se testa uma defesa que se assume activa, e não se questiona um ecrã que continua verde.
O que as avaliações continuam a encontrar
Nas avaliações que a nossa equipa certificada realiza, repete-se um padrão claro em ambientes muito diferentes, de cerca de vinte dispositivos a perto de mil, e em vários sectores de actividade.
- Em média, cerca de 41% da protecção que a organização já paga está realmente activa. Nenhuma passou dos 60%.
- Em todas as avaliações, protecções críticas estavam desligadas sem a equipa saber.
- Em todas, encontrámos ameaças activas por remediar e lacunas de conformidade na protecção de dados.
Nada disto significa que os produtos sejam fracos. Significa que ferramentas poderosas foram implementadas uma vez e deixadas nas configurações por omissão, enquanto o panorama de ameaças, a organização e as pessoas que a gerem seguiram em frente.
Três formas de estar exposto sem saber
O que as avaliações medem organiza-se em três estados, e a maioria dos ambientes está em todos eles ao mesmo tempo.
- Desligado. Componentes que já paga, ao lado do interruptor na posição de desligado. Anti-ransomware, remediação avançada e machine learning inactivos, políticas nos valores por defeito e, mais de uma vez, a própria protecção removível sem password: qualquer utilizador, ou qualquer malware, podia desinstalá-la.
- Sem cobertura. Dispositivos que a consola nunca chegou a ver. Máquinas sem agente instalado, equipamentos descobertos na rede mas por verificar, e dispositivos móveis fora de qualquer política. Não se protege o que não se vê.
- Sem vigilância. Alertas enviados para uma caixa de correio que ninguém lê. Ameaças activas por tratar, notificações que nunca foram configuradas e um ecrã que continua a mostrar verde enquanto o incidente decorre em silêncio.
Porque acontece
O software de segurança é normalmente instalado durante um projecto, validado no primeiro dia e, a partir daí, assume-se que está a funcionar. As políticas nunca são revistas. As novas funcionalidades que surgem nas versões seguintes nunca são activadas. As equipas mudam. Dois anos depois, a consola continua a mostrar verde, mas a protecção instalada já não corresponde à forma como a organização realmente trabalha.
O peso regulatório mudou
Desde 2024, a Agência de Protecção de Dados (APD) de Angola tem aplicado coimas por medidas de segurança inadequadas, e tem-no feito mesmo quando a própria organização foi vítima de um ataque. O critério que a APD aplica é se as medidas de protecção existentes eram adequadas, e não apenas se ocorreu um incidente. Protecções desligadas e configurações incorrectas contam contra a organização. O quadro legal de protecção de dados em Angola (Lei 22/11 e Lei 7/17) torna isto uma preocupação ao nível da administração, e não apenas da área de TI.
O que é fazer bem
Uma licença que já comprou merece ser usada na totalidade. O ponto de partida é medir. A avaliação de segurança Kaspersky da Menshen percorre seis pilares, do estado de cada componente à cobertura da rede, e entrega um relatório com os riscos classificados por severidade, a utilização medida pilar a pilar e as correcções priorizadas. A recolha leva cerca de duas horas e não altera a configuração do ambiente, por isso a operação não pára.
A partir daí, o caminho é o mesmo com que trabalhamos qualquer ambiente Kaspersky: corrigir o que a avaliação identifica, construir sobre boas práticas quando há uma nova instalação ou migração, e manter o ambiente afinado ao longo do tempo. Enquanto Parceiro Platinum Kaspersky, com equipa certificada sediada em Angola, a Menshen pode dizer-lhe, de forma rápida e concreta, o estado real do seu ambiente, e encurtar a distância entre a licença que paga e a protecção que esperava ter.
Se quer conhecer esse estado real, fale connosco ou escreva para [email protected].