Passwords reutilizadas
Uma falha, exposição total
O login obtido por phishing é a mesma chave em todo o lado. O atacante passa de um sistema para todos.
Segurança
Avaliação de Saúde & Segurança Microsoft 365
Pedir avaliaçãoMicrosoft 365
Segurança
Serviços Geridos
Backup e Recuperação
Também trabalhamos em
Serviços · Gestão de Passwords · Bitwarden
Pode ter o melhor antivírus, correctamente configurado, e as actualizações de segurança sempre em dia. Nada disto importa se as passwords continuarem a ser reutilizadas e partilhadas todos os dias, porque é esta a via de entrada mais comum dos atacantes.
A Menshen implementa, integra e suporta o Bitwarden na sua organização, para que o acesso a sistemas críticos dependa de credenciais geridas, controladas e auditáveis.
A plataforma da oferta de gestão de passwords da Menshen.
A realidade
Com credenciais a mais para memorizar, as pessoas recorrem a atalhos, e cada atalho é uma porta aberta: escolher uma password simples porque tem de ser recordada, reutilizá-la em vários serviços, anotá-la, partilhá-la por mensagem.
Não é negligência rara. É o que acontece quando centenas de pessoas têm de gerir dezenas de logins de memória. É este comportamento que está na origem de mais de uma em cada cinco fugas de dados, não ataques exóticos ou complexos.
22%
Das fugas começam numa credencial roubada
Continua a ser um dos pontos de entrada mais comuns, sem precisar de qualquer exploit sofisticado (Verizon DBIR 2025).
292 dias
Para detectar e conter uma fuga por credenciais
É o tipo de fuga que demora mais tempo a identificar e a conter (IBM Cost of a Data Breach 2024).
Dispersas
Onde estão guardadas as passwords de equipa
Mensagens, folhas de cálculo, post-its. Invisíveis, irrevogáveis, não auditáveis.
Alcance do dano
O mesmo ataque, a mesma exposição inicial. A única diferença é se as passwords eram fracas e reutilizadas, ou fortes, únicas e guardadas num cofre.
Passwords reutilizadas
O login obtido por phishing é a mesma chave em todo o lado. O atacante passa de um sistema para todos.
Passwords únicas, no cofre Bitwarden
O login comprometido abre um sistema e mais nada. As outras chaves são diferentes e estão fechadas no cofre.
Como funciona, na prática
O colaborador memoriza uma única password, a do cofre. Todas as outras deixam de precisar de ser memorizáveis, e é por isso que passam a poder ser fortes.
A password do cofre, e mais nenhuma. O acesso ao cofre é protegido por MFA obrigatório.
Gera passwords longas e distintas para cada serviço, segundo o padrão que a organização define, e guarda-as encriptadas.
No browser e no telemóvel, sem escrever nada e sem apontar nada em lado nenhum.
Controlo de base
A maioria das organizações já trata o antivírus, o backup e o patch management como obrigatórios. A gestão de passwords pertence à mesma lista, e é a que fica mais vezes por resolver.
Para quem isto importa
Os atacantes raramente começam pelo administrador. Começam pelas contas menos protegidas, porque são em maior número.
TI e segurança
Políticas, MFA e registos de auditoria em toda a organização.
Finanças e operações
Credenciais partilhadas e acessos a pagamentos e a dados de clientes.
RH e administração
Entradas e saídas de pessoas, com as credenciais partilhadas entregues e retiradas a tempo.
Qualquer organização auditada
Requisitos de controlo de acessos de reguladores ou de clientes.
O que a Menshen faz
O Bitwarden é a plataforma. O que decide se é adoptada ou se fica esquecida é a implementação: integração com o que já usa, as políticas certas, formação e suporte local.
Falar com especialistaConfiguramos a sua organização no Bitwarden, ligamos ao seu fornecedor de identidade (SSO e sincronização de directório) e migramos as credenciais que hoje estão em folhas de cálculo, browsers ou noutro gestor. Definimos as políticas e validamos tudo antes da entrega.
Ficamos como o seu ponto de contacto em Angola, no seu fuso horário e na sua língua. A sua equipa gere o cofre no dia a dia, com a Menshen ao lado para as políticas, o onboarding e offboarding, e o apoio aos utilizadores.
Para quem tem requisitos de soberania de dados, implementamos o Bitwarden na sua própria infra-estrutura, em Angola.
Porquê o Bitwarden
Não devia ter de aceitar a palavra de um fabricante de que o cofre é seguro. O Bitwarden foi concebido para poder ser verificado.
Código público, sujeito a auditorias de segurança e testes de intrusão por terceiros.
Tudo é encriptado no seu dispositivo com AES-256 antes de sair. Nem o Bitwarden nem a Menshen veem o conteúdo do seu cofre.
Cloud ou self-host em Angola. A residência dos dados passa a ser uma escolha de implementação.
SSO, sincronização de directório, políticas e relatórios que expõem passwords fracas e reutilizadas antes de um auditor o fazer.
Adopção comprovada
De startups em rápido crescimento a agências governamentais, equipas de segurança e engenharia confiam no Bitwarden. É a plataforma que a Menshen implementa e suporta localmente, em Angola.
O facto de ser open source diferenciou realmente o Bitwarden da concorrência, pela confiança implícita que isso traz.
O facto de podermos inspeccionar os registos de auditoria e usá-los para efeitos de conformidade. É simples, e é bom poder definir as permissões da forma que queremos.
Usar um gestor de passwords como o Bitwarden pode ajudar muito a sua equipa a ser mais eficiente e mais organizada.
Próximo passo
Marcamos uma demonstração e mostramos o cofre, a partilha controlada de credenciais, as políticas e a forma como integra com SSO. A partir daí, se fizer sentido para a sua organização, avançamos para uma proposta.
Mais do que proteger passwords, trata-se de dar às organizações controlo, rastreabilidade e continuidade sobre as credenciais que abrem os seus sistemas.
Implementado e suportado localmente pela Menshen, em Luanda.